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Wednesday, August 4, 2021

Guia turístico é preso por estuprar e aliciar adolescentes em troca de roupas em Copacabana

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Investigações concluíram que Leduíno Ribeiro de Oliveira, de 62 anos, explorou sexualmente dois entregadores de quentinhas, um deles com deficiência mental

Paolla Serra

16/06/2021 – 16:07 / Atualizado em 16/06/2021 – 16:30

Guia turístico é preso por estuprar e aliciar adolescentes Foto: Reprodução
Guia turístico é preso por estuprar e aliciar adolescentes Foto: Reprodução

RIO — Um guia turístico foi preso preventivamente pelos crimes de estupro de vulnerável e favorecimento da prostituição ou de outra forma de exploração sexual contra dois adolescentes, de 15 de 17 anos. Investigações da 13ª DP (Ipanema) concluíram que Leduíno Ribeiro de Oliveira, de 62 anos, atraiu os meninos, um deles portador de deficiência mental, hiperatividade e dislexia, para dentro de seu apartamento, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, lhes oferecendo roupas. No imóvel, ele teria ordenado que os dois experimentassem as peças para contemplar seus corpos e praticar atos libidinosos.

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De acordo com o delegado Felipe Santoro, titular da 13ª DP, um dos rapazes trabalha como entregador de quentinhas em um restaurante do bairro. No dia 29 de abril, ele levou seu primo e, ao chegar à casa de Leduíno, o guia pediu que eles voltassem no dia seguinte, quando daria algumas roupas para os adolescentes. Uma denúncia anônima feita por um vizinho levou policiais da delegacia ao local, no momento que os jovens estavam no imóvel.

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Aos agentes, o guia turístico negou ter “feitiche” e gostar de “garotos novos” e disse não ser de sua índole praticar sexo com adolescentes em troca de dinheiro. Um funcionário que trabalha no prédio de Leduíno afirmou que, após um rapaz que morava com Leduíno deixar o apartamento, há cerca de dois meses, teve início uma “movimentação de garotos menores de idade entregadores de quentinhas”, que ficavam meia hora no local diariamente.

— As provas obtidas durante o inquérito mostraram que estamos diante de crimes gravíssimos, cometidos contra menores de idade, um deles considerado vulnerável — destacou o delegado.

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