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Monday, April 12, 2021

Auxílio emergencial: 'Quem tem que achar espaço fiscal é o Ministério da Economia, não eu', diz Lira

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Presidente da Câmara dos Deputados diz que prefere não dar opinião sobre discussão iniciada no Congresso sobre volta do benefício

Bruno Góes

10/02/2021 – 21:12
/ Atualizado em 10/02/2021 – 22:12

O ministro da Economia Paulo Guedes, e o presidente da Câmara, Arthur Lira, em coletiva após encontro Foto: Pablo Jacob/4-2-2021 / Agência O Globo
O ministro da Economia Paulo Guedes, e o presidente da Câmara, Arthur Lira, em coletiva após encontro Foto: Pablo Jacob/4-2-2021 / Agência O Globo

BRASÍLIA — O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse na noite desta quarta-feira que é responsabilidade do Ministério da Economia abrir espaço fiscal para a prorrogação de um novo auxílio emergencial.

Após a aprovação do projeto que dá autonomia ao Banco Central (BC), Lira foi questionado sobre qual seria a solução para o pagamento do benefício. A resposta foi curta.

— Quem tem que achar é a Economia, não eu — respondeu Lira.

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Nesta quarta-feira, designado relator do Orçamento de 2021, o senador Márcio Bittar (MDB-AC) disse que as pessoas que passam fome no país “não podem esperar” a aprovação das reformas.

Segundo ele, é preciso encontrar uma solução conjunta para viabilizar um programa de ajuda aos vulneráveis e, ao mesmo tempo, fazer sinalizações pela retomada da agenda econômica com a inclusão de Propostas de Emenda à Constituição (PEC) emergenciais na peça orçamentária.

Bittar e a presidente da Comissão que debate o orçamento, Flávia Arruda (PL-DF), reuniram-se com o ministro da Economia, Paulo Guedes, para debater as contas de 2021.

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Após o encontro, Guedes reforçou a ideia defendida pelos chefes do Legislativo de que é preciso ter “sensibilidade social” atrelada a responsabilidade fiscal:

— O presidente (Jair) Bolsonaro sempre disse que saúde e economia vão juntas. O presidente (Rodrigo) Pacheco, do Senado, e o presidente Arthur Lira, da Câmara, também disseram claramente que precisamos ter a sensibilidade social de um lado, mas, de outro lado, sempre disseram que tem que ser com responsabilidade fiscal.

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